Somos
só nós dessa vez.
Tão
sós desatado em um nó
Tão
vivo e sem sentido.
Somos
um só.
Digo
que não temos nada.
Nada
que quero pode ser fácil.
O inevitável,
o que seria sábio.
Esperar,
duvidar, atrasar.
Mas
o que acontece é que seremos pego.
De
surpresa, de mãos atadas.
Somos
tão vivos.
Ao ponto
de cair do céu
E
sentir o chão com os pés
Sentir
a palma da mão no ar.
Sentir
seu sorriso, sentir meu destino.
Somos
um só, talvez mais que um batalhão de Eus
Mais
que uma só voz
Somos
só nós outra vez
Tão
amarrados em um nó
Na garganta
querendo gritar
Querendo
rimar, mas não dessa vez.